quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Diploma

Recebi de minha mãe, com muita honra, para guardar comigo, vários documentos de meu pai Urbano França Canôas, inclusive me deu também a guarda de seu diploma de advogado e de vários manuscritos.

05/09/2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Aos leitores e amigos...

Atendendo um pedido pessoal de meu irmão José Urbano, estou retirando a frase “Blog Oficial”, do blog que fiz para homenagear a memória do meu pai Urbano França Canôas, para não sujar o nome dele, mais do que já sujaram.

- Eu José Alberto, tenho 3 blogs, 2 aqui e um outro que não vem ao caso, mas esses aqui estão vinculados ao meu perfil pessoal que é aberto a todos, e como podem ver datas não se mudam, então não vou falar mais nada apenas apresento documentos.

Mas quem quiser maiores detalhes, é só mandar-me um email que enviarei o email completo incluindo o roubo que minha mãe sofreu, as agressões, o abandono dela pelos filhos e também do processo criminal que eu estou movendo juntamente com ela contra a família.

Nesse email inclui documentos da OAB, Prefeitura de São Carlos, cartas, recibos, cópias de cheques, de PROCESSOS DISCIPLINARES na OAB etc, etc.... (muito,mas muito mais...)

José Alberto

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Chão Preto...

Chão Preto...

Os exemplos de brasilidade que existem por esta terra de Santa Cruz afóra, nos deixam reconfortados. Todavia, ninguém se lembra de evidenciá-los. Parece até que alguns órgãos da Imprensa nacional, esquecidos de sua missão, se deleitam em focalizar unicamente escândalos sociais, peculatos, crimes escabrosos e notícias de guerra. Os acontecimentos locais só merecem as honras de grandes manchetes, das primeiras páginas, quando se enquadram na série apontada... Não posso compreender essa tendência mórbida de achincalhar a própria Pátria! Graças a Deus, entretanto, grande parte da nossa imprensa – os jornais do interior do país – não faz côro aos sádicos que se dizem jornalistas. Se for jornalismo é destruir, se fazer jornalismo é ser iconoclasta se fazer jornalismo é criticar sem nunca elogiar, eu não sei o que é jornalismo!

A propósito de notícias que merecem ser destacadas, eu li, há algum tempo, num jornal da Capital do Estado, uma portaria da Prefeitura de Campinas restringindo as despesas municipais. Constante de 13 artigos, o ato do Prefeito campineiro indicava várias despesas que deviam ser cortadas, restringidas ou simplesmente coibidas.

Por que, senhor meu Deus, o exemplo não é seguido em todo o Brasil?

(Urbanus)

domingo, 26 de agosto de 2012

Documentos


Diplomas


Diplomas


Diplomas


Diplomas


Diplomas


História da Maçonaria - Nascimento do Grande Oriente Paulista

OLHANDO PARA O PASSADO

Alguém já disse que “recordar, é viver”.

Realmente.

Agora, depois de quase dezenove anos, pois, o calendário marca 1º de junho de 2000, recordamos, com emoção, aquela noite fria de maio de 1981, em que nos reunimos na residência do saudoso e pranteado Irmão JOSÉ MENEZES JÚNIOR. Éramos cinco: - José Menezes JR, Michel Kfouri, Antonio Castilhos, Carlos Ciola e eu. Menezes era o Grão-Mestre do Grande Oriente de São Paulo, à época já separado do Grande Oriente do Brasil, ao qual fora filiado e com o qual litigava na Justiça Profana.

Não sabíamos o motivo que levara o anfitrião a nos convocar para aquela reunião. Pensávamos que era apenas uma troca de idéias, já éramos amigos de Menezes.

Depois de alguns minutos de ameno e agradável “bate-papo”, Menezes, com o seu senso objetivo, falou sobre as pendências judiciais que envolviam o Grande Oriente Independente de São Paulo, após judiciosas colocações, esclareceu-nos:-

- As questões judiciais da nossa Potência Independente, na minha opinião, estão caminhando para um desfecho desfavorável à nossa causa. Então pensei, numa fórmula de garantir-nos, de assegurar aos nossos companheiros de ideal, um abrigo onde possamos continuar na nossa tarefa...

Nenhum de nós ousou interromper o Mestre. Ele, apesar de cego àquela altura de sua vida, tinha uma visão muito grande das demandas judiciais, pois que, era Insigne Procurador da justiça do Estado de São Paulo, com brilhante folha de serviços.

Então, Menezes continuou firme:

- Estive pensando muito neste assunto que me tem preocupado bastante. Penso ter encontrado um caminho e, para isso foi que chamei vocês aqui para trocarmos idéias sobre o assunto...

Esperávamos ansiosos... Ninguém falava.

Menezes, olhando o Infinito com seus olhos vazios de brilho, mas transmitindo a Luz interior de sua experiência e de seu saber jurídico, falou, com sua voz pausada de bom mineiro:

- Precisamos criar uma entidade paralela, não maçônica, por enquanto, capaz de abrigar aqueles que não concordam com esse estado de coisas e que futuramente, quando o quadro jurídico se definir, seja o nosso refúgio e a fortaleza em que defenderemos os nossos ideais.

Esperávamos ansiosos a solução que Menezes dizia ter encontrado. Ele continuou sereno:

- Vamos, pois, fundar uma sociedade civil de direito privado, sem fins lucrativos, constituída por um número de Irmãos, com objetivos sociais filosóficos, filantrópicos, educativos e progressistas, visando os fins supremos da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade.

Ficamos surpresos, pois ainda não tínhamos entendido a profundidade do pensamento do extraordinário Irmão.

Ele, complacente, com a nossa pouca visão, continuou calmo:

-Vejam: - a nova sociedade tem os princípios basilares da Maçonaria! Nós vamos ter uma “casa”! Vamos ter um abrigo! Esta sociedade, que tenho em mente, depois de registrada em Cartório, futuramente, transformar-se-á em sociedade maçônica já com título distintivo já legalmente definido. Menezes respirou fundo e continuou: - Assim, eu peço a Vocês preparem um esboço de estatuto para, dentro de poucos dias, em novo encontro, discutirmos suas bases.

Estava lançada a semente desta árvore frondosa que é hoje o GRANDE ORIENTE PAULISTA.

Este é o início da história. Os fatos posteriores estão, com rara precisão, relatados no trabalho magnifico de pesquisa elaborado pelo Respeitável Irmão ARNALDO FARIA, nosso Soberano Grão-Mestre, trabalho esse que tenho a honra de prefaciar com essas deslustradas e pálidas palavras.

É meu testemunho. Testemunho de quem viveu aqueles intensos, emocionantes e inesquecíveis momentos da vida da Maçonaria Paulista.

(texto escrito por Urbano França Canôas em 01/06/2000)

quinta-feira, 23 de agosto de 2012



O Diário (27/06/2004)


O Diário (27/06/2004)



GOP 2


GOP 1


Diploma


Diploma


Diploma


Diploma


Gente que é Notícia...


Personalidade do ano (1981)






Jornal do Butantã (01/04/1982)

Urbanus


Término da nomeação


Nomeação (10/02/1989)


Autorização OFICIAL


Convite do Governador


O Diário (12/08/2004)



O Diário de Barretos (04/03/1995)


Envelope (30/01/2005)


Gazeta de Pinheiros (19/09/1980)


Gazeta de Pinheiros
São Paulo 19/09/1980

Documentos

A partir de hoje vou publicar vários documentos que estão em meu poder aqui nesse Blog

J. Alberto F. Canoas
S.C. 23/8/2012

domingo, 3 de junho de 2012

Lembranças

Não sei porque, hoje lembrei-me da minha infância...
Dos meus primeiros passos na estrada da vida.
Meu Deus! Quanta insegurança...
Quando minhas fracas perninhas procuravam avançar...
Bamboleando meu pequeno corpo, faltava a confiança...

Hoje, passados tantos anos (87 no calendário do tempo)...
Volta-me aquela insegurança dos primeiros passos...
As minhas já cansadas pernas já não têm mais agilidade...
Movimento-me devagar... Bem devagarzinho...
As escadas - meuDeus - que desço no curso da vida...
As escadas têm degraus mais altos e mais longos...
Desço devagar... Bem devagarzinho,
apoiando-me no corrimão escorregadio...
Hoje, sou um velho-criança!

Peço-lhes, meus queridos amigos,
- PACIÊNCIA...
Porque, quando eu era criança, caminhava rumo à vida, indeciso ainda...
Hoje, quando estou velho, caminho, ainda indeciso, rumo ao outro Plano...
Outro Plano, para mim, ainda desconhecido...

PACIÊNCIA, eu lhes peço, porque
ainda conheço o caminho, por isso vou
devagar, bem devagarinho...




Urbanus
06-02-2007.

© copyright 2012 by Urbanus / J. A. F. Canoas

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sábado, 5 de maio de 2012

Era uma vez...

Era uma vez...

Seria um sonho?

Era uma vez...

Seria pensamento?

Era uma vez...

Seria amor?

Era uma vez...

O sonho,

o pensamento,

o amor,

encheram minh'alma,

derreteram minhas lágrimas,

feriram meu coração...

Era uma vez...

Você...

Você veio e se foi...

Ficou-me o sonho,

o pensamento,

e no coração,

o amor.

Era uma vez...


Urbanus



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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Velho

( “Urbanus”)

Hoje estou com vontade de escrever.

Você se lembra meu amor, quando eu tinha essa vontade?

Quando, sem mais aquela, com a caneta na mão, rabiscava as crônicas?

Pois é. Hoje, estou assim. Será que é saudade de produzir alguma coisa, de gravar o pensamento em letras? Ou será, simplesmente, a velhice que está batendo às portas e me faz sentir essa lacuna no meu peito?

É... A velhice... A lacuna...

Velho... Ninguém gosta de velho.

Porque velho é, quase sempre, um “chato”. É aquele indivíduo que quer impor a sua vontade e que não gosta de nada, que se cansa à toa e que tem um sono danado e que sempre cochila frente à televisão...

Mas, o que quase ninguém nota é que, nas águas do lago do olhar do velho, refletem-se os sonhos que não se realizaram, principalmente... Então, o velho, marinheiro experiente, procura controlar o barco de seus pensamentos carregados de saudades, repletos de anseios...

E ninguém vê, porque os olhos do velho estão fechados... A boca, às vezes, aberta... Ele está dormindo...

Não! Ele está sonhando... Está vivendo as quimeras... Está no leme de seu imaginário navio singrando as águas do passado!

Essas águas, por vezes, são calmas. É quando ele pensa no amor... Outras horas, tormentosas, violentas. É quando ele relembra as lutas, as dificuldades de um passado só dele...

A lacuna... É o vazio de seus dias quando ninguém mais quer sua companhia. Quando os seus filhos já foram para outros lares...Quando algum deles já partiu para outra esfera...

Quando os circunstantes riem de suas queixas ou quando nem as escutam....

Hoje, estou com vontade de escrever. Queria dizer dos meus sonhos; das quimeras; das luzes; dos brilhos; das estrelas. Queria dizer da VIDA.

Mas, por quê?

Sou um VELHO!...

(Urbanus)

.........................................................................................................................................

E essa foi minha resposta ao meu pai:

(Ao meu pai, timoneiro do tempo, que singra os mares da vida, em seu barco, um barco de papel, chamado amor!... ).

Pai, meu “velho pai”, li e reli sua crônica, por várias vezes, e como o senhor, a caneta também veio à minha mão. Essa pena, em geral tão faladeira, por instantes ficou muda. Um turbilhão de palavras jorrava em minha mente, e ela, ela não podia falar... O que adiantava dizer ao mundo? Ninguém iria acreditar... Dizer que as lembranças são recordações marcadas a ferro e a fogo, em nossos corações, como se marcavam os escravos por toda a vida, tornando-nos escravos de marcas antigas...

São as marcas antigas, “velho pai”, são as paisagens brancas desses rumos incertos, a paisagem quase azul deste infinito derradeiro. São seus barcos, seus barcos de papel, são seus arco-íris, no fim do horizonte, onde estava talvez um sol poente, uma estrela cadente, uma palavra esquecida, uma crônica não escrita...

São as coisas que não definem e que se mostram como realmente são.

São árvores perdidas no fundo do quintal, velhas igrejas da praça, povoando seus sentidos, velhos rios do interior de seu coração, nessa geografia que traz nas palmas das mãos, onde as plantas e as folhas caídas tratam da terra com raízes invisíveis.

Sei de marcas antigas, pai. Sei das suas ilusões, dos seus sonhos. Sei das suas montarias em cavalos bravios e imagináveis, domando-os como um campeão de rodeio. Sei dos seus amigos do passado, sei do mineiro que gosta de festa e catira, mas se curva aos sentimentos da companheira amada...

As marcas antigas “velho pai”, são tempos guardados num bolso de paletó. São coisas que nem sei e nunca saberei...

No entanto, tudo se descobre a cada momento, tudo se faz e refaz, nas ruas e nas praças, nos rostos dos filhos tristes, no aceno quieto do neto que atravessa a rua do mundo, em busca da vida.

Pai, onde está o brilho de sua estrela? Onde está a sua lua cheia, que enchia os antigos céus de primavera? Onde estão pai, seus silêncios da noite? E a sua noite mais profunda, da qual você acorda com o seu gesto mais leve?

Eu ainda sou “moço”, pai, e sei desses dias. Mas não sei compreender as horas de cada instante, pouco sei de mim e nada sei do que me cerca. Ainda sou “moço”, “velho pai”...

Pensei em juntar palavras, talvez de afeto, em momentos de desencantos:

música, ritmo, folhas, raízes, sombras, ruas, alamedas, prédios, janelas, portas, sinos de igrejas, mãos, acenos, planícies, espelhos, buscas, silêncio, solidão, tristezas, um copo de cerveja, o poema inacabado, frases...

Sei juntar pai, palavras talvez de afeto em momentos de desencantos. Mas, não é tudo. São as marcas antigas, pai... As marcas de sempre...

Não é preciso se entristecer, não é preciso desvencilhar-se dos grilhões dos brancos de seus cabelos. Nada é preciso pai, assim é a circunstância dos dias e as novidades da estrela que nasce e apaga. O tempo não existe, viva o seu dia, viva o seu infinito, maior que o próprio infinito. Esse infinito que nunca acaba e que nunca começa... Nem inicio, nem fim... Observe nos seus filhos o sorriso, talvez a lágrima. seja a luz de todas as tardes, nesse farol do navio que atravessa os oceanos de seu próprio descobrimento. Descobrimento de seu o meu querido “velho pai”.

sua benção

seu filho

2004

© copyright by J. A. F. Canoas



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